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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Quando um Escrito mata um Personagem

Quando revolvi levantar era tarde, ela tinha partido. Então percebi que não tinha nada, apenas coisas vazias em minha volta sem um valor ou motivo, ela desistiu, mas eu não tenho essa opção, nunca tive.
Passei horas procurando para calar o clamor desse rugido dentro de mim, sinto-me fraco, todo dia é igual a outro, mas quando menos esperar irá passar pois " é apenas uma fase" uma fase que dura toda a minha vida.
Estou mais preso que nunca nessa minha situação o rugido se calou, e fez calar muito mais que tudo calou meu coração. Essa carta que está escrita sobre esse luz incandescente demonstra minha verdadeira cara, onde muito ficariam angustiado de apenas vê-la.
É tarde para mudanças, pois mudar algo mutável como a propriamente é algo ambíguo. Passam das 20:00 horas  e meu vinho acabou, esse embriaguez me faz pensar melhor não sou solitário apenas sou por dentro. se alguém ler meus escritos saberá que estou morto. Na verdade a muito tempo. Ela enfim morreu e o que será de mim?
Talvez eu morra para lhe fazer companhia em seu leito, estou mais preso. e o silêncio ecoante em minha mente alimenta minha sina de um solitário.
De repente quando alguém sentir por minha falta encontre esse vestígio de vida, minha vida está nessas palavras e quando elas acabarem eu estarei novamente morto. E quando ele começar a escrever, me tornarei novamente triunfante até perceber que eu sou apenas palavras. Não sou ninguém e ao mesmo tempo sou tudo que é possível e até mesmo impossível. Estou morrendo, Minha amada esperança não está em lugar algum, sou apenas algo que não sei explicar, mas talvez aquele que me criou possa explicar. Afinal ele sabe de tudo...
Estou morto.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Certa vez ...

Ofegante ele correu com os pulmões praticamente sugando seu intestino, saberia que seria tarde de mais se cada elemento do aleatório tivesse ocorrido de forma diferente, aquilo não aconteceria como ele realmente queria que acontecesse, fechou os olhos.
Era tudo um sonho e ficou por ver incontáveis estrelas em um céu nu sobre sua cabeça, está ofegante com o repentino despertar, o frio sobre sua espinha dava as horas da madrugada escura. Deveria realmente está ali de fronte com seu destino? Olhando pra vastidão do escuro percebeu que as formas começariam a aparecer para atormentá-lo nessa noite silenciosa. Sua coragem se esvaia como uma água corrente, tomado pelo desespero e deitar com o peito pra cima, uma mão veio para irradiar seus medos, uma mão morna e ao mesmo tempo tremula.
Ao se deitar de lado viu um rosto, o rosto mais angelical que viria em sua vida até então, suas orelhas ardiam com essa presença por ventura esquecida. Estava ali com os olhos fechados e iluminados por poucas estrelas de uma noite quente de verão a menos de três centimetros de seu nariz. Admirou as formas na penumbra por um tempo deixando sua existência de lado, suas preocupações, tudo, apenas olhando o formato do nariz e de suas têmporas e por hora seus lábios, e algo aconteceu pela coincidência  de seu sonho pela sua filosofia caótica, os três centímetros já não eram nada após um vento frio dessa noite junto com um abraço.
Ele não esperava por isso, meu intimo rugia como uma fera presa sentia algo quente em seu pulmão, com as cabeças junta ocorreu um beijo repentino e rápido, queria aquilo naquele momento mais que tudo, sem se preocupar com o amanhã, sem se preocupar com o ontem, querendo apenas esse beijo junto às estrelas, pois elas acabariam sendo seu único confidente.
A noite se passava em uma troca de carinhos dessa amizade de muito tempo, com uma definição singular e bem própria, que estranho disse ela perguntando com o rosto próximo, recebendo apenas uma contra-resposta de mais ou menos.
A noite virou dia e abraçados viram o nascer do sol e nunca mais eles retornaram a se abraçar por fato do destino, um não pertence ao outro e nunca pertencerão, somente por uma series de fatores que levaram a um beijo em uma noite quente de verão sobre as estrelas.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Contos de Outros


Estava muito escuro para um dia de verão, estava cansado por esperar todos meus amigos retornarem ao bar onde tipicamente jogava sinuca as quartas-feira, levei dessa vez um a
migo e sua filha e meu sobrinho. já se passava da meia-noite quando decidimos voltar.
a estrada estava tranquila, com a mesmisse da paisagem quase que hipnotizante, por ventura se passava uma placa.
Pois quando o silencio barulhento do radio chamou minha atenção com pequenos chiados que quem não os estivesse prestando atenção não o perceberia. Foi nesse momento que Sofia chamou minha atenção dizendo:
-Maquina flutuando, com a voz tremula quase como um sussurro como se não acreditasse.
Bruscamente freei o carro acordando meu
sobrinho que já roncava placas atrás, não acreditando no que vi na paisagem da minha esquerda com meu amigo ao lado extremamente pálido. havia algo de muito distante uma pequena luz que se mexia tanto na horizontal com na vertical, com se alguém estivesse brincando com um laser recém-ganhado. quando minha miopia de meus óculos embaçados deixou reconhecer o que seria, vi uma esfera metálica com quatro ou cinco canhões de luz girando tão rapidamente que parecia apenas um ponto luminoso. Com o carro parado ficamos ali parado contemplando esse objeto de efeito pirotécnico com as bocas abertas onde o
qual se aproximou vindo por entre as árvores de um minúsculo pontinho até numa distancia de um quilometro do nosso carro se minha visão estiver certa onde ficou com um diametro de quase um metro de uma luz vermelha muito forte, então sem mais delongas esse objeto simplesmente subiu e desapareceu pelas nuvens, claro que quem acreditaria em uma história dessas por mais absurda que seja, nessa noite meu coração bateu mais rápido, e mesmo que ninguém acredite, eu estava lá, eu vi!


Estou começando meus texto em pequenos contos, para colocar minhas ideias em cronicas mais longas com cada vez mais detalhes.
Grato pelos Comentários, isso me estimula a continuar!