Mostrando postagens com marcador Poesias de um Dia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesias de um Dia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de março de 2011

Poesias de um Dia

Estava andando, vi vidas sem sentido, um homem olhando para nada,  com esse olhar fixo em um único ponto, seus pensamentos, ele era um sobrevivente, um homem invisível, um homem de rua mau vestido com cabelo encaracolado e barba suja.
Não Encarava ninguém, apenas esperando o tempo, mas como alguém sem ter para onde ir poderia esta esperando algo, ou até mesmo atrasado, o tempo o levará...

Tarde

Tempo matando muitas vidas
E varias vidas matam o tedioso tempo
Levando seus restos para própria cripta
Tendo como única lembrança em vida, seus lamentos
Remexendo em suas eternas feridas

O passado nunca deixa o futuro
Levando sempre arrependimentos
Presente acaba agora, e tudo está sempre escuro
Mas me acostumarei com esse sentimento
Ele sempre passa e todos ficam com murmúrios

Algo na mente de muitos
Uma essência divina
Que quando percebem é apenas algo fútil
Vendo esperanças
Mas vendo somente as minhas
Antes que o tempo comece sua matança.

O tempo é forte, cura e destroi, mas cada segundo que você conta não poderá voltar atrás. Queria ter tempo para meus pensamentos, antes que seja TARDE demais.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Poesias de um Dia

Colheita

Cada vez aumenta a nostalgia
Esse abismo que abre sobre nossos pés
Deixa para trás minhas filhas
Que depositaram essa fé

Detestável apatia antipática
Minhas certezas vêm de verdades incertas
Escondendo-me em um cinismo de idolatria
Nessa emoção puramente deserta

Faz seis graus
Minhas palavras destruindo minha estima 
Venho do mesmo cálice desse mal
Onde meu suspiro diminui esse clima

Disfarce escondidos nas minhas palavras
Onde simplesmente parei de andar
Esperando eternamente por minhas lavras
Que possivelmente ainda vou te amar

Cansei de correr, tenho que recuperar meu fôlego...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Poesia de um dia

Beijo de Despedida

Oh! Minha bela amada
O que fazes pensando tão calada
Som das folhas lambidas pelo vento
Distraia-me todos os pensamentos

Minha bela se fora
Passa de meio-dia e perdi a hora
O vento para e chuva toma seu lugar
Estou encharcado por fora e por dentro, vulgar.

Deparo com seu retorno
Enlameado em seu entorno
Volto por único motivo
Na qual me deixou mais vivo

Deu-me o último beijo
Mesmo esse não sendo meu último desejo
E dessa forma acabo meu ensejo.

Abra a mente, sinta cada momento como um ultimo, pois tudo acaba e tudo se perde, nossa geração não é transformadora.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Poesias de um Dia

Sem Desejos,

Não sou feito de atos nobres,
E tão pouco de atos heróicos.
Minha esperança fica cada vez mais pobre,
Mas faço algo notório
Moldo nossa existência em cobre.

Inutilmente elevo minha alma
Para que seja percebida.
E minha vida fique mais calma,
Com sua preocupação recebida.
Pois amor, em minha vida, falta.

Mergulho numa visão,
Vejo que não diminui a nostalgia
Confundo-me na solidão
Gosta das minhas próprias mentiras
Não quero desfazer minha própria ilusão.


Sinto algo que não consigo explicar apenas sentir, como o amor de uma forma diferente e inversa. Se você me entende, então sabe o que posso sentir.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Poesias de um Dia

Mentalização do Amor


Formação Ambígua
Ilusão da felicidade
Ao meu coração, tu és bem-vinda;
Minha mente não enxerga, em você, maldade.

Quero meu anjo;
Sempre e comigo...
E a felicidade contigo que almejo
Falo tudo cordialmente, não ligo.

Um beijo se manifesta
União n’alma no mundo carnal
Sendo sua felicidade minha meta
Tomando tudo numa forma literal
Em uma relação intima e informal...

Um anjo quando olha em nossos olhos e nos beija, sentimos a vida, sentimos o Êxtase...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Poesias de um Dia

Descoberta

Deitado ao teu lado
Silencioso, tudo muito calado
Abraçando-te vejo tudo
Apesar desse total escuro
Acariciando-te olhos, em tons turvos

Imagem angelical
Desconcertante e mais que descomunal
Beijando na ponta de seu nariz
Deixando-te simplesmente feliz
Amando meu anjo como sempre fiz

Nesses atos imaturos
Fazemos cometas cair em ambientes noturnos
Agindo primeiro para depois pensar
Mas tudo que queria, era recomeçar,
Mas sem tempo de chorar

Pensei que encontraria uma estrela
Mas esbarrei com o cometa mais desastrado que já vi
Disse que deixaria, mesmo que ela queira
Mas ela arrancou o coração de mim
E descobri que não queria mais estrela
E sim, o cometa que eu vi...

Quando percebi que amava esse cometa, ele se foi e fica apenas essa lembraça de tempos bons...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Poesias de um Dia

Cinismo do Credo

Certa vez clamei por um santo
Mas tudo que precisava era tirar esse manto
Entoando por todos os lados esse canto
De uma paixão que me fez viver

Lamentos por ter te perdido
Onde nesse livro sacro havia lido
Esquecendo o caminho que tinha ido
Procurando um dia lhe rever

Lembranças atassalhadas em vultos
Ficando de frente para esse culto
Em que um dia já reneguei

Linda arquitetura barroca
Onde n’alma de quem reza continua oca
Sendo cínico e pecador

Levanto as mãos em louvor
Tendo em seu imo todo um rancor
Pois será perdoado com nosso amor
Em um culto ao nosso senhor

Conhece alguém que vai para o inferno? Ele é da sua religião ou do seu círculo social? Todos irão para o paríso, mas continuo nesse eterno inferno.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Poesias de um Dia

Ciclo

Quando inspiro,
Apenas começo a pensar
Em quão longe fica meu retiro
 Começamos a andar.

Então eu te sigo
Fico iludido e também feliz
Às vezes apenas ligo
Para que saiba que é minha imperatriz

Finalmente te ultrapasso
Falo que lhe amo e sinto o descaso.
Vejo nesse ultimo amasso,
Nosso melhor afago

Final feliz não é para mim
Pois tudo foi embora
E agora chegou o fim...

Tudo gira em uma forma perfeitamente geométrica de um círculo, onde as coisas começam e terminam, para depois recomeçar. Mas alguns ficam presos, estou no fim...

terça-feira, 29 de junho de 2010

Poesias

Jeito de Desenhar

Quando o ar fica quente
Felicidade encontrada em seu aperto de mão
Ou em um sorriso que ninguém mais sente...
Minha satisfação não é porventura em vão.

Quando a ar fica insuportável 
 A tristeza esfria minha alma
Você se distancia, deixando-me responsável 
Deixando minha boca seca por sua falta.

Isso permanece em meu corpo
Degustando de gostas da vida,
E dançando como se estivesse morto.
Sentimentos são deixados em minha cripta.

Não sei fazer esculturas,
Tão pouco belos quadros belos com douradas molduras.
E tão pouco belas jóias após lavrar
Desenho de um jeito diferente, apenas com minhas palavras.


Não posso te fazer um desenho, mas posso descrever um, descrever os melhores momentos, descrever um choque de capacetes em insanidade, descrever uma festa toda amarela, descrever meu primeiro beijo, descrever minha amada. Isto tudo está na minha mente eternizada em minhas palavras...

A todos que fazem parte disso.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Poesia de minha vida






O Que Consigo Lembrar


Lembro-me de estar deitado
Levantando a mão
Com meu silêncio corriqueiro
E falando de um jeito calado
Deixando me consumir pela emoção
Falando cinco e mostrando quatro, de modo certeiro

Lembro do cheiro do café
Onde muito aniversários, me alegrava
Tive meus momentos de fé
E amigos interesseiros que tanto amava

Era pequeno, mas continuo ingênuo
A família entrou em colapso
Meu herói se tornou vilão
Deixando assim meu coração atênuo
Minha dignidade para ratos
Então tive uma paixão

Essa paixão seria eterna
Pois nunca iriam me abandonar
Uma dela era mais pura delas, a materna
Outro seria que nunca iria me amar
E sempre me perturbava, a fraterna

E hoje sou rico, por esse amor
Pois junto delas superei a dor
Achei amigos, que são quase irmãos
Todos fazendo parte de meu coração.

Já tive uma falsa felicidade que me levou a beira da escuridão, mas agora tenho fé em minha familia, esta feita de sangue, que é minha Irmã e minha Mãe, e por grandes amigos que levaria horas para dizer todos.

Bate-papo: Ando meio ocupado por conta da universidade e trabalhos, estou dando aula, por isso ando postando pouco caro leitor, mas assim que normalizar meu cotidiano voltará à postagem, não sendo mais nas Terças e Quintas e sim Segunda, Quarta e Sexta.
Tenho uma pequena sinopse do livro que estou preste a escrever. Com o Titulo: Prisão de uma Loucura.
E tentarei ser mais intimo, pois estava sendo apático.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Poesias de um Dia

Descoberta

Deitado ao teu lado
Silencioso, muito calado
Abraçando-te vejo tudo
Apesar desse total escuro
Acariciando-te olhos, em tons turvos

Imagem angelical
Desconcertante e mais que descomunal
Beijando na ponta de seu nariz
Deixando-te simplesmente feliz
Amando meu anjo como sempre fiz

Nesses atos imaturos
Fazemos cometas cair em ambientes noturnos
Agindo primeiro para depois pensar
Mas tudo que queria, era recomeçar,
Mas sem tempo de chorar

Pensei que encontraria uma estrela
Mas esbarrei com o cometa mais desastrado que já vi
Disse que deixaria, mesmo que ela queira
Mas ela arrancou o coração de mim
E descobri que não queria mais estrela
E sim, o cometa que eu vi...

Estou respirando você, quando encosto minha cabeça no travesseiro, você não sabe disso, mas sei quem eu gosto...

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Poesias de um Dia

Pensar muito...

Meu próprio pensamento dizendo, você morreu.
A escuridão assola minha mente.
Onde estou?
Meu próprio corpo dizendo, você sofreu.
Queimo meus livros torço minha vida, que cabeça doente...
Mas isso que sou.

Solidão em meio da população,
Mas do que adianta tanta desilusão.
Se meu futuro é incerto e não sei se irá valer a pena
Viverei sofrerei por algo mórbido, mesmo sendo figurante desse tema.
Meus ouvidos doem de conselhos, já colado por vários.
Amando alguém quem quase nasceu em aquário.

Rosto angelical deleita-se em meus pensamentos.
Fazendo a falta de atitude, meus piores lamentos.
Minha timidez trai-me gerando indignação.
Mas tenho um pouco de esperança no meu coração.
Pois me recupero da tristeza lembrando aquele pranto.
E em razão do tempo esperarei no meu canto.


Descobri que as paginas passam muito rapido, se demorar muito para lê-las, perco a historia, perco as besteiras...

sábado, 24 de abril de 2010

Poesias de um Dia

Paixão da Solidão

Fogo trêmulo e agonizante de uma vela,
Ao silencio torturante dela
Testemunha nossa intimidade.
Destroçando minha mente, em pura maldade.
Sentenciando o fim da noite.

Desfrutando de simples destreza,
A única certeza da incerteza.
Açulando todos os meus eternos calos
Tudo por um simples vocábulo.
Meus olhos fixos nos seus, procrastinados.

Mas sempre sabendo de minha solidão
Por uma noite de uma paixão
Com a ironia de uma parede
Continua tudo calado, emaranhado em eternas redes

Espaçamento de minhas tripas
Desde que se abra as pernas
Querendo sair,
Um grito para desistir
Deixando esse sentimento de quinta.

Onde a não existe intenção
Apenas essa paixão da solidão.


Deite-se com alguém que nunca saberá o nome, o nome será Solidão...

sábado, 17 de abril de 2010

Poesias de um Dia

Tarde

Tempo matando muitas vidas
E varias vidas matam o tedioso tempo
Levando seus restos para própria cripta
Tendo como única lembrança em vida, seus lamentos
Remexendo em suas eternas feridas

O passado nunca deixa o futuro
Levantando sempre desentendimentos
Presente acaba agora, e tudo estar sempre escuro
Mas me acostumarei com esse sentimento
Ele sempre passa e todos ficam apenas com murmúrios

Algo na mente de muitos
Uma essência divina
Que quando percebem é apenas algo fútil
Vendo esperanças
Mas vendo somente as minhas
Antes que o tempo compre as suas.

Quando eu percebi estava sozinho, e sozinho esta morto, e se morto estava sem esperança e sem importancia....

terça-feira, 13 de abril de 2010

Poesias de um Dia

Perdão

Deus me perdoe por não acreditar em você
Sei que sua graça me trará desgraça
Mas saiba que meu egoísmo será por você
Mesmo sabendo que cairei na mesma lastima

Quero agradecer primeiramente a Deus
Pelo simples fato de ter me dado adeus
Sabe que sempre serei um devoto
E por ter me colocado esse tal rótulo

Sua bondade é infinita perante aos fieis
Desde que sua indulgência, lhe traga mil anéis
Nesse Deus dos homens, nunca irei acreditar
Pois a vida é sofrida e será mais, depois que ele me matar

Meu único Deus é algo inexplicável
Como um fluxo constante de energia
Deixando meu ego mais responsável
Do que nesse que sempre mentia

Quero seu perdão
Enquanto me afogo em inúmeros puteiros
 Essa vida vazia leva-me a solidão,
Estragando assim seu roteiro
E tudo que fiz foi cuspir em sua mão.


Será que ele deixou de acreditar em mim, será que deixei de acreditar nele?

terça-feira, 30 de março de 2010

Poesias de um Dia

Amor Passageiro

Quando ando nessas brasas
O tempo de repente para
Cada segundo se dispara
Ficando aos teus braços
Deixando apenas migalhas de ratos

Tudo começa em uma madrugada
Levando minha carne desalmada
Colocando minha razão nessa jaula
Então, no meio da noite, percebo
Foram embora todos os meus medos

Estou de novo com o mesmo vazio
Sem ninguém, nem um mero ruído
Aquilo que antes existia
Agora simplesmente partia

Acaba antes de sentir saudade
Levando um lapso de felicidade
E tudo fica em silêncio
E junto aos meus pensamentos, esse lamento.


Tudo é passageiro, para que história possa se repetir, eu te amei por um segundo e no outro te odiei, pois passou. Mas tudo que realmente quero seria um amor eterno.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Poesias de um Dia

Chance Desperdiçada

Ando em uma estrada de terra
Flagelando minha alma, com muita dor.
Desespero que assola minha mente
Rasgando minha mão com todas as pedras
Esse corpo não sentiu mais calor
Morto, e com coração carente...

Solitário, olho para o céu laranja,
Pela minha mão, a luz, trespassa.
A natureza saúda minha partida
Em um grito de trovão, e o choro da chuva...
Vejo meu corpo caído, totalmente na lama.

Desfaleço no chão e choro,
Tendo apenas mais um desejo
Queria ao menos toca seu rosto
Mesmo nesse meu estado morto...
Pensei muito nessas palavras,
Para que assim que puder, recita a minha amada...


Demorei para entender que posso perder a oportunidade de estar com alguém que gosto e não falar nada, nem mesmo me aproximar dela, e tudo seria em vão e ficaria perdido em meus lamentos.

terça-feira, 23 de março de 2010

Poesias de um Dia

Indignação da Compreensão sem Explicação.

Resolvi sair.
Saí de minha casa, em busca de liberdade.
Medo da solidão começa a me distrair.
Desfrutei de uma nostalgia sem mentalidade.

Resolvi sentir.
Um sentimento mútuo por alguém próximo
Corroendo feito ácido, sem poder definir.
Algo sem explicação, com um cheiro mórbido.

Demonstrei medo.
Confrontando com algo que trespassa minha alma.
Não compreendo esse sentimento, estou muito leigo.
Aproximo a fala em seu rosto com uma voz muito serena e calma.

Dei-lhe um beijo.
O silencio sentenciou uma lembrança de entorpecimento.
Algo de uma incrível magnitude, sem explicação, um desejo.
Fico triste por essa sensação, aos prantos, meu lamento.

Quando não se sabe o que está lá no fundo, você compreende que era você...

sexta-feira, 19 de março de 2010

Poesias de um Dia

Bebida da Alegria

Ao som da alegria, cante.
Hoje é dia mais que Dionísio
Ao som da alegria, dance.
Relembrando todas as vidas e mitos.
Apenas encha seu copo e diga a alguém que cante.

Pois nesta noite somente com o calor da fogueira.
Erga mais uma vez seu copo
Não a nada melhor que festejar.
Lute por este prazer
Para que guerra, para que matar?
Tudo que quero é festejar com você

Cabalei até um amigo ou inimigo
E faça apenas o que digo.
Vire este copo até que tudo passe
Todos seriam felizes
Sem armas nas mãos
Apenas alegria em seu coração.
Então faça o que digo
E venha beber comigo.


Melhor saída, se não uma festa. Embriagado sem sentir o eterno buraco em meu peito, se tornando heroico, sem medo. Imortal e Eterno enquanto dure essa festa.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Poesias de um Dia

Prazer de tal/vez.

Acabo de acordar, mas não desejo levantar.
Penso em minha vida e não encontro sentido.
Essa respiração dessa pessoa que posso amar.
Deixa-me lúcido, mas não me permite raciocinar.

Minha visão fica enevoada com toda essa perfeição.
Nada melhor nesse dia frio,
Abraçando-te e sentindo seu coração.
Quero parar, nunca acordar e sentir essa eterna ilusão.

Sei que não posso tê-la, sentimento mórbido.
Minha vida teria um ar de esperança por alguns segundos.
Por te amar e desejar, vivendo com esse total tormento.
Minhas loucuras me levarão a um túmulo.
Pois sem coragem viverei como esses ratos imundos.

Pior momento será o de encostar a cabeça no travesseiro, na fuga da mente se depara com o rosto dela. A fuga da realidade, trás um descanso...