domingo, 21 de fevereiro de 2010

Poesias de um Dia

Amor Incondicional

Ando nas ruas, sem emoção, sem sentido.
Levando comigo o eterno martírio
Fazendo mil e uma máscaras e mentindo
E tudo que quero simplesmente expressar meu eu lírico...
Sofro sempre por algo efêmero de um desejo fatal
Sigo meus princípios e meu coração
Por mais que tento, meus odeios vêm de modo colossal...

Encontro, algo além de minha razão,
Onde, talvez, sofrerei ou amarei.
Mas hoje afastarei, com teu abraço, da solidão.
Consagrarei cada segundo, e para sempre lembrarei.
Fluxo mental sancionando meu paradigma
Desistindo do que realmente importa
E tornando sempre uma forma ambígua
Deixando minha lucidez morta

Ao simples toque de sua mão
Elevo minha mente em um entorpecimento
Mas o certo será que te amei...
Mesmo que nunca perceba e que seja tudo em vão...
Enquanto desfaleço, por algo belo como esse sentimento...
Sacrifícios serão feitos, sendo o único legado que deixei...



Quando descobri o que significaria isso não importa que venho sentindo, pois aquilo segue uma lealdade sem requisitos, e contudo sendo egoísta, fico de figuração sobre sua vida.
Amor platônico seria a resposta, mas isso seria algo que nunca teria, enquanto tiver sua mão, enquanto tiver sua preocupação ou seu olhar curioso pela minha excentricidade, isso não será um amor platônico, será algo que foge das condições da palavra. Lealdade de um sentimento que por ventura chegar a morbidade e ao prazer dos pequenos e invisíveis atos que passam somente por minha cabeça, um amor chamado de Incondicional em minha visão.
Existem momentos únicos, que nunca se apagarão, mesmo que tudo tenha sido em vão.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Senteça

Quando você sente culpa por algo, reflita sobre a excelência dela, pois contarei um segredo você nunca estará culpado, o meio onde você se encontra o transformará em culpado, sendo essa culpa, bem como a dualidade das ações de bondade e maldade, depende do ponto de vista do julgamento.

Sempre houver essa culpa como forma de violência e vingança, tanto fisica e moral, como a seleção natural é aplicada à natureza e o ser hunamo dito racional, é por outro lado o mais agressivo com a propria espécie. Nessa seleção o mais resistente sobrevive e consegue julgar os demais.

A Culpa surgiu em todas as civilizações, como fato de controlar os ditos impunes, mas com isso surgiu o "olho por olho, dente por dente". Com isso surgiu as vingança justas perante o civil, mas realmente justa? Quem julga também é falho, pois sempre recairá para a parte mais fraca.

A Sociedade como um todo julga sua atitude, seu gosto, sua vida, você será culpado para alguém assim como o Herói para uma geração, então não tenha culpa, não tenha esse medo que lhe colocam diariamente esse julgo, apenas viva, pois essa justiça alheia sempre lhe sentenciará a mesma punição, essa eterna cela em seu corpo.

Para se livrar dessas correntes terá primeiramente, que vencer dessa moralidade tão imoral para quem não precisa dela. Por tanto terá meio para vencer essa primeira etapa, e lutar para que outras pessoas possam ver, assim como um dia possa desfrutar da liberdade. Tendo então uma liberdade de pensamento seu, e não daqueles a qual o julgam ... todos os dias.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Poesias de um Dia

Prazer de Tal/Vez.

Acabo de acordar, mas não desejo levantar.
Penso em minha vida e não encontro sentido.
Essa respiração dessa pessoa que posso amar.
Deixa-me lúcido, mas não me permite raciocinar.

Minha visão fica enevoada com toda essa perfeição.
Nada melhor do nesse dia frio,
Abraçando-te e sentindo seu coração.
Quero para nunca acordar e sentir essa eterna ilusão.

Sei que não posso tê-la, sentimento mórbido.
Minha vida teria um ar de esperança por alguns segundos.
Por te amar e desejar vivendo com esse total tormento.
Minhas loucuras me levarão a um túmulo.
Pois sem coragem viverei como esses ratos imundos.



Quero um abrigo seguro, sem incertezas, quero algo que ninguém nunca terá, gozando dessa devastadora Ilusão, onde  por hora está minha solidão.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Indentidade

Quem sou eu?

Para quem devo me importar?

Quem terá essa resposta, certamente que encontro o caminho das duas portas, mas continuo como muitos abrindo diversas portas. Minha mente acaba se tornando meu maior labirinto, onde no passado misturado com o futuro acaba frustando no presente, alguns se perdem no passado, outros embreagam-se com sonhos no futuro, mas afinal quem sou eu?
Ninguém nunca terá profundamente essa resposta, alguns dirão se penso logo existo, mas se penso acabo é realmente morrendo, levando uma lógica simples minha existência recai na morte. Ironicamente essa dúvida resiste de modo que nunca poderá ser quebrada. Existência, indentidade acabam tornando-se uma ilusão da vida para que as pessoas tentarem se encontrar para depois se diferenciar.
Importar-se com algo, significaria "ser responsavel por aquilo que cativas". Contudo em que estar em nossa volta como um todo acaba não se importando com sua existência, como em um enorme cadurme de peixe protegendo-se de seu predador o grupo pode por se escapar de seu ameaçador, mas ainda sim o predador consegue sua alimentação não se importando com a ameaça do todo.
Quem detém o conhecimento de quem realmente é detém  controle de quem nunca soube que o que realmente é, transformando-o numa extensão de seus braços, por tanto descubra quem você é e ache sua porta...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Único de muitos

Lamento

Luto, mas contudo, estou de luto
Preso, como um detento, para meu pior tormento
Morte sentou ao meu lado,
Ela me disse um algo
Que de todos os sentimentos
Unico que recai, seria o lamento

Ela se calou e meu deixou na desconfiança
Simplesmente o nada me esperaria?
Se seria, não deveria viver nessa distancia
Pois como ela disse, eu apenas lamentaria

Escondo-me na total escuridão
Pois sendo impassial, demonstrando minha aceitação
Em meu juizo, festas de muitos fungos
Levantando minha principal arma, o desespero
Por isso fico e fico cada vez mais de luto
Restando não muito, agora entendo, Futil
Sendo Futil


Estou fraco, cada dia que passa sinto minha fagulha da minha alma se apagando, seria mesmo certo, apagar de uma vez do que espera o pavil acabar?

domingo, 10 de janeiro de 2010

Poesias de um Dia

Julgamento

Tento escapar
Mas não existem muitas saídas
Cercos e mais cercos começam a fechar
Fujo e invento várias mentiras
Meu perseguidor é algo invisível,
Mais que tudo totalmente intangivel

Fracassos atraindo mais fracassos
A cada segunda a nostalgia retorna
Relembrando meus tristes atos
Fico estatico em uma forma remota

Sem nenhuma esperança
Meu futuro mais uma vez incerto
Dentro de mim, ocorrendo varias matanças
Vendo todos tendo êxito, os ditos espertos
Vivendo cada vez mais com essa terrível distancia
Meu unico conforto é a minha inocência.


Espero minha fuga.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Certa vez, há muito tempo, tinham que comemorar um feriado, um tal de Natal, pelo menos na era de aquario foi esquecido essa tal tradição, e como historiador devo relatar o tal fato, todos os fatos indicam Centaurião junto a seu nascimento, mas de uns tempos para cá venho me perguntando, ninguém nunca achou registros como eu achei nos antigos registros da Biblioteca Central muitos desses registro colocarei nesse documento anexado, pois levam informações de um passado que muitos fizeram a gente esquecer por representar algo maligno nos dias atuais.
Não sei se isso seria fruto da pura imaginação mais uma vez enganando as massas , m as fica meu registro:

       ANEXO

[trecho danificado] ... ­ assim é a festa de Natal, que envolve a todos. Uma das mais coloridas celebrações da humanidade, é a maior festa da cristandade, da civilização surgida do cristianismo no Ocidente. Época em que toda a fantasia é permitida. Não há quem consiga ignorar a data por mais que... [trecho danificado]... nos simbolismos: neve, Papai Noel vestido com roupa de lã e botas, castanhas, trenós, renas.
Até os antinatalinos acabam em concessões, um presentinho aqui, outro acolá. Uma estrelinha de belém na porta de casa, uma luzinha, um mimo para marcar a celebração da vida, que é o autêntico sentido da festa. Independente do consumismo, tão marcante, o Natal mantém símbolos sagrados do dom, do mistério e da gratuidade.
Na origem, as comemorações festivas do ciclo natalino vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.
A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção.
...[trecho danificado]... mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura.
Pastores que estavam próximos com seus rebanhos foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso. No retorno, espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus.

 


Abra os olhos quem começa a questionar provará da infinita sabedoria, que ainda hoje nos é privada pelo descaso gorvenamental e nosso típico sistema decadente, endeusado como Capitalismo.
Não peço e nem insentivo ao ceticismo pois seria sínico, o natal deve ser um momento de repensar nossos ideais, nossas prioridades, e se Noel existe... ele poderia ser como o ar ninguem pode ver (tirando o ar das grandes Metropoles), possamos ser individualmente um Noel e passaremos a existir para alguém, para alguma criança...

Amoralidade Vital deseja um Feliz Natal a todos.