terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Indentidade

Quem sou eu?

Para quem devo me importar?

Quem terá essa resposta, certamente que encontro o caminho das duas portas, mas continuo como muitos abrindo diversas portas. Minha mente acaba se tornando meu maior labirinto, onde no passado misturado com o futuro acaba frustando no presente, alguns se perdem no passado, outros embreagam-se com sonhos no futuro, mas afinal quem sou eu?
Ninguém nunca terá profundamente essa resposta, alguns dirão se penso logo existo, mas se penso acabo é realmente morrendo, levando uma lógica simples minha existência recai na morte. Ironicamente essa dúvida resiste de modo que nunca poderá ser quebrada. Existência, indentidade acabam tornando-se uma ilusão da vida para que as pessoas tentarem se encontrar para depois se diferenciar.
Importar-se com algo, significaria "ser responsavel por aquilo que cativas". Contudo em que estar em nossa volta como um todo acaba não se importando com sua existência, como em um enorme cadurme de peixe protegendo-se de seu predador o grupo pode por se escapar de seu ameaçador, mas ainda sim o predador consegue sua alimentação não se importando com a ameaça do todo.
Quem detém o conhecimento de quem realmente é detém  controle de quem nunca soube que o que realmente é, transformando-o numa extensão de seus braços, por tanto descubra quem você é e ache sua porta...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Único de muitos

Lamento

Luto, mas contudo, estou de luto
Preso, como um detento, para meu pior tormento
Morte sentou ao meu lado,
Ela me disse um algo
Que de todos os sentimentos
Unico que recai, seria o lamento

Ela se calou e meu deixou na desconfiança
Simplesmente o nada me esperaria?
Se seria, não deveria viver nessa distancia
Pois como ela disse, eu apenas lamentaria

Escondo-me na total escuridão
Pois sendo impassial, demonstrando minha aceitação
Em meu juizo, festas de muitos fungos
Levantando minha principal arma, o desespero
Por isso fico e fico cada vez mais de luto
Restando não muito, agora entendo, Futil
Sendo Futil


Estou fraco, cada dia que passa sinto minha fagulha da minha alma se apagando, seria mesmo certo, apagar de uma vez do que espera o pavil acabar?

domingo, 10 de janeiro de 2010

Poesias de um Dia

Julgamento

Tento escapar
Mas não existem muitas saídas
Cercos e mais cercos começam a fechar
Fujo e invento várias mentiras
Meu perseguidor é algo invisível,
Mais que tudo totalmente intangivel

Fracassos atraindo mais fracassos
A cada segunda a nostalgia retorna
Relembrando meus tristes atos
Fico estatico em uma forma remota

Sem nenhuma esperança
Meu futuro mais uma vez incerto
Dentro de mim, ocorrendo varias matanças
Vendo todos tendo êxito, os ditos espertos
Vivendo cada vez mais com essa terrível distancia
Meu unico conforto é a minha inocência.


Espero minha fuga.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Certa vez, há muito tempo, tinham que comemorar um feriado, um tal de Natal, pelo menos na era de aquario foi esquecido essa tal tradição, e como historiador devo relatar o tal fato, todos os fatos indicam Centaurião junto a seu nascimento, mas de uns tempos para cá venho me perguntando, ninguém nunca achou registros como eu achei nos antigos registros da Biblioteca Central muitos desses registro colocarei nesse documento anexado, pois levam informações de um passado que muitos fizeram a gente esquecer por representar algo maligno nos dias atuais.
Não sei se isso seria fruto da pura imaginação mais uma vez enganando as massas , m as fica meu registro:

       ANEXO

[trecho danificado] ... ­ assim é a festa de Natal, que envolve a todos. Uma das mais coloridas celebrações da humanidade, é a maior festa da cristandade, da civilização surgida do cristianismo no Ocidente. Época em que toda a fantasia é permitida. Não há quem consiga ignorar a data por mais que... [trecho danificado]... nos simbolismos: neve, Papai Noel vestido com roupa de lã e botas, castanhas, trenós, renas.
Até os antinatalinos acabam em concessões, um presentinho aqui, outro acolá. Uma estrelinha de belém na porta de casa, uma luzinha, um mimo para marcar a celebração da vida, que é o autêntico sentido da festa. Independente do consumismo, tão marcante, o Natal mantém símbolos sagrados do dom, do mistério e da gratuidade.
Na origem, as comemorações festivas do ciclo natalino vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.
A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção.
...[trecho danificado]... mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura.
Pastores que estavam próximos com seus rebanhos foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso. No retorno, espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus.

 


Abra os olhos quem começa a questionar provará da infinita sabedoria, que ainda hoje nos é privada pelo descaso gorvenamental e nosso típico sistema decadente, endeusado como Capitalismo.
Não peço e nem insentivo ao ceticismo pois seria sínico, o natal deve ser um momento de repensar nossos ideais, nossas prioridades, e se Noel existe... ele poderia ser como o ar ninguem pode ver (tirando o ar das grandes Metropoles), possamos ser individualmente um Noel e passaremos a existir para alguém, para alguma criança...

Amoralidade Vital deseja um Feliz Natal a todos.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Poesias de Um Dia

Quando alguém me pergunta, se fiz errado, eu sempre falo, eu fiz o bem!
Ninguém sabe dizer o que será o mal, o mal é ruim,  ninguém é ruim...


Agnosticismo do Ego

Tudo perto de mim fica cada vez mais distante
Tento compreender
Sinto-me cada dia mais ofegante,
Cada ocio, sem saber o que fazer
Atormentando meus pensamentos com todos os gigantes.

Sempre soube que não seria bom
Mas ninguem sabe realmente o que é bom
Nem ao menos sei o que sinto
Para viver sempre minto
E cada vez mais sou o mais sinico.

Sempre soube que não seria mau
Mas ninguem sabe realmente o que é mau
Desito, realmente desisto
Pelo menos eu não finjo.
E talvez deixe de ser sinico

O ego humano distancia de seu ego natural
Criando um abismo
Fazendo da humanidade algo muito normal
Existindo uma total democracia de anarquismo
Ressurgindo algo muito bestial
Que nos trará nosso tão esperado final.
E não falo de felicidade apenas o egoismo

Bom e mau
Descubro meu lado mau
Bom e mau
Descubro meu lado.


Não temos muitas escolhas, sempre, no caótico mundo de convivência selvagem da humanidade. Você não é ninguém apenas um número no Registro de Nascimento, Na Carteira de Identidade, Na Certidão de Óbito, ninguém se importa com sua existência, apenas seu grupo que nunca será o todo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Contos de Outros


Estava muito escuro para um dia de verão, estava cansado por esperar todos meus amigos retornarem ao bar onde tipicamente jogava sinuca as quartas-feira, levei dessa vez um a
migo e sua filha e meu sobrinho. já se passava da meia-noite quando decidimos voltar.
a estrada estava tranquila, com a mesmisse da paisagem quase que hipnotizante, por ventura se passava uma placa.
Pois quando o silencio barulhento do radio chamou minha atenção com pequenos chiados que quem não os estivesse prestando atenção não o perceberia. Foi nesse momento que Sofia chamou minha atenção dizendo:
-Maquina flutuando, com a voz tremula quase como um sussurro como se não acreditasse.
Bruscamente freei o carro acordando meu
sobrinho que já roncava placas atrás, não acreditando no que vi na paisagem da minha esquerda com meu amigo ao lado extremamente pálido. havia algo de muito distante uma pequena luz que se mexia tanto na horizontal com na vertical, com se alguém estivesse brincando com um laser recém-ganhado. quando minha miopia de meus óculos embaçados deixou reconhecer o que seria, vi uma esfera metálica com quatro ou cinco canhões de luz girando tão rapidamente que parecia apenas um ponto luminoso. Com o carro parado ficamos ali parado contemplando esse objeto de efeito pirotécnico com as bocas abertas onde o
qual se aproximou vindo por entre as árvores de um minúsculo pontinho até numa distancia de um quilometro do nosso carro se minha visão estiver certa onde ficou com um diametro de quase um metro de uma luz vermelha muito forte, então sem mais delongas esse objeto simplesmente subiu e desapareceu pelas nuvens, claro que quem acreditaria em uma história dessas por mais absurda que seja, nessa noite meu coração bateu mais rápido, e mesmo que ninguém acredite, eu estava lá, eu vi!


Estou começando meus texto em pequenos contos, para colocar minhas ideias em cronicas mais longas com cada vez mais detalhes.
Grato pelos Comentários, isso me estimula a continuar!

domingo, 15 de novembro de 2009

Um dos Fins

Quando descobri, estava tarde, seria algo que nunca poderia me perdoar. Gastei minha minha vida, segundos desse liquido que se evapora, não seria algo físico, muitos podem dizer que sentem, mas nunca compreenderão. Quando tudo está escuro, não acharemos a quem se apegar.


Suicídio em Vão...

Luzes balançando de uma lâmpada incandescente,
Não sei o motivo que fiz isso
Estava certo que a dor pararia, muito crente.
Esta faca trespassando meu fígado
Mas tudo que queria, era um descanso para a mente.

Minha vida não tem mais sentido
Fui totalmente envolto por uma escuridão.
Minha chama está se consumindo
E por todos os lados só vejo solidão
Tu podes achar que estou mentindo.

Ando confuso, e ao mesmo tempo fujo.
Para o inferno desejo ir
Mas seu amor tenta me impedir.

Luto em desespero, mas meu apelo...
Sempre ocorre em vão
Por que tu tens que aparecer em meu coração?


Esperança por aqueles que importam, sempre aparecem na pior situação, eu tenho alguém...
De uma certa historia que começou esse chegou o fim.O tão grandioso fim.
Certa vez alguém me disse que tudo será sempre um ciclo, ciclos contínuos e de muito caos, nós estavamos vivos, dito até mesmo em paz, mas o ciclo se fechou, e a roda do destino irá novamente começar...
Mas uma história irá começar...
e nesse futuro embrumado que irei mergulhar!

Grato pelos Comentários