terça-feira, 25 de maio de 2010

Regras do Jogo

Que vida esta que vivo, sou consumidor sendo consumido pelos objetos, sempre acabo comprando, fui feito para comprar?
Estava parado enfrente a um parque pensando sobre minha condição hoje, não sou ninguém não tenho peso sobre  ninguém, morrerei, assim como você, e sumirei da história.
Sempre me disseram que ganharíamos que seriamos os melhores, mas o jogo não será assim. Quando percebi o que acontece em nossa volta era tarde, estava velho, mas passo para você essa lição.
Nem todos vencem, nem todos encontram seu amor, somos crentes dessa utopia, mas nem tudo está perdido. Saiba jogar o jogo, as regras são simples. Equilíbrio e escolhas.
Mantenha sua vida equilibrada, não é preciso ser o melhor seja apenas você, pois aquele que está em sua volta lhe acompanhará, mas se esforce para que o que está em sua volta lhe ultrapasse, aproveite as mudanças e mudei junto com elas.
Escolhas não são difíceis, apenas viva o hoje, no máximo o amanhã, pois assim as escolhas diárias serão mais fáceis de se administrar, seja disciplinado. Dizem que aos 30 anos, nosso sistema neural não se ramifica mais, mas não acredito nisso, pois poucos sabem sobre nossa massa cefálica, o que quero dizer com isso? Aprenda tudo que é possível que esteja em sua volta, aprenda até mesmo fazer um Kamehame-ha  igual do Dragon Ball, tudo é informação aprenda tudo que puder, e seja apenas você.
Essas são as regras do jogo, agora basta apenas jogá-la de modo que não se busque a vitória e sim a vida.

Equilíbrio

terça-feira, 18 de maio de 2010

Poesias de um Dia

Descoberta

Deitado ao teu lado
Silencioso, muito calado
Abraçando-te vejo tudo
Apesar desse total escuro
Acariciando-te olhos, em tons turvos

Imagem angelical
Desconcertante e mais que descomunal
Beijando na ponta de seu nariz
Deixando-te simplesmente feliz
Amando meu anjo como sempre fiz

Nesses atos imaturos
Fazemos cometas cair em ambientes noturnos
Agindo primeiro para depois pensar
Mas tudo que queria, era recomeçar,
Mas sem tempo de chorar

Pensei que encontraria uma estrela
Mas esbarrei com o cometa mais desastrado que já vi
Disse que deixaria, mesmo que ela queira
Mas ela arrancou o coração de mim
E descobri que não queria mais estrela
E sim, o cometa que eu vi...

Estou respirando você, quando encosto minha cabeça no travesseiro, você não sabe disso, mas sei quem eu gosto...

terça-feira, 11 de maio de 2010

Amoral

Quando me tornei amoral, me libertei da realidade de onde vivia.

As peças em minha cabeça estão soltas, esperando o momento certo para se reagrupar em outra moral.

Não existe essa realidade que outrora se torna utópico, seja sínico e será aceito onde você se encontra.

Quanto mais penso em algo, repetidamente criando rotina dessa mentalização, acaba transformando em divinação e idealização amorosa.

Afaste-se para esquecer algo somente assim, esquecerá...

Quando reparo como sou, menos posso imaginar o que devo fazer.

Lute por seus objetivos certos, pois os incertos são apenas ilusões.

Ilusão é esquizofrenia de sua mente.

Sua mente mente para você sobre a realidade.

Nunca será Moral ou Imoral, Muito menos Amoral.

Fugindo dessas Ilusões, serei livre...

Todavia Amoralmente Utópico

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Poesias de um Dia

Pensar muito...

Meu próprio pensamento dizendo, você morreu.
A escuridão assola minha mente.
Onde estou?
Meu próprio corpo dizendo, você sofreu.
Queimo meus livros torço minha vida, que cabeça doente...
Mas isso que sou.

Solidão em meio da população,
Mas do que adianta tanta desilusão.
Se meu futuro é incerto e não sei se irá valer a pena
Viverei sofrerei por algo mórbido, mesmo sendo figurante desse tema.
Meus ouvidos doem de conselhos, já colado por vários.
Amando alguém quem quase nasceu em aquário.

Rosto angelical deleita-se em meus pensamentos.
Fazendo a falta de atitude, meus piores lamentos.
Minha timidez trai-me gerando indignação.
Mas tenho um pouco de esperança no meu coração.
Pois me recupero da tristeza lembrando aquele pranto.
E em razão do tempo esperarei no meu canto.


Descobri que as paginas passam muito rapido, se demorar muito para lê-las, perco a historia, perco as besteiras...

sábado, 24 de abril de 2010

Poesias de um Dia

Paixão da Solidão

Fogo trêmulo e agonizante de uma vela,
Ao silencio torturante dela
Testemunha nossa intimidade.
Destroçando minha mente, em pura maldade.
Sentenciando o fim da noite.

Desfrutando de simples destreza,
A única certeza da incerteza.
Açulando todos os meus eternos calos
Tudo por um simples vocábulo.
Meus olhos fixos nos seus, procrastinados.

Mas sempre sabendo de minha solidão
Por uma noite de uma paixão
Com a ironia de uma parede
Continua tudo calado, emaranhado em eternas redes

Espaçamento de minhas tripas
Desde que se abra as pernas
Querendo sair,
Um grito para desistir
Deixando esse sentimento de quinta.

Onde a não existe intenção
Apenas essa paixão da solidão.


Deite-se com alguém que nunca saberá o nome, o nome será Solidão...

sábado, 17 de abril de 2010

Poesias de um Dia

Tarde

Tempo matando muitas vidas
E varias vidas matam o tedioso tempo
Levando seus restos para própria cripta
Tendo como única lembrança em vida, seus lamentos
Remexendo em suas eternas feridas

O passado nunca deixa o futuro
Levantando sempre desentendimentos
Presente acaba agora, e tudo estar sempre escuro
Mas me acostumarei com esse sentimento
Ele sempre passa e todos ficam apenas com murmúrios

Algo na mente de muitos
Uma essência divina
Que quando percebem é apenas algo fútil
Vendo esperanças
Mas vendo somente as minhas
Antes que o tempo compre as suas.

Quando eu percebi estava sozinho, e sozinho esta morto, e se morto estava sem esperança e sem importancia....

terça-feira, 13 de abril de 2010

Poesias de um Dia

Perdão

Deus me perdoe por não acreditar em você
Sei que sua graça me trará desgraça
Mas saiba que meu egoísmo será por você
Mesmo sabendo que cairei na mesma lastima

Quero agradecer primeiramente a Deus
Pelo simples fato de ter me dado adeus
Sabe que sempre serei um devoto
E por ter me colocado esse tal rótulo

Sua bondade é infinita perante aos fieis
Desde que sua indulgência, lhe traga mil anéis
Nesse Deus dos homens, nunca irei acreditar
Pois a vida é sofrida e será mais, depois que ele me matar

Meu único Deus é algo inexplicável
Como um fluxo constante de energia
Deixando meu ego mais responsável
Do que nesse que sempre mentia

Quero seu perdão
Enquanto me afogo em inúmeros puteiros
 Essa vida vazia leva-me a solidão,
Estragando assim seu roteiro
E tudo que fiz foi cuspir em sua mão.


Será que ele deixou de acreditar em mim, será que deixei de acreditar nele?